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Como tudo Começou

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Rio de janeiro, 18 de Março de 2020

Como tudo começou?

          Quando terminei meu primeiro livro, Nunca Sozinho, foi difícil descrever a felicidade deste momento após tanto tempo construindo e, por muitas vezes, reconstruindo personagens, cenários e conflitos ao longo deste longo caminho solitário. Porém, quando tudo parecia perfeito, havia ainda a revisão, fundamento essencial para a clareza do texto a fim de transmitir sua mensagem de forma eficiente ao leitor. Revisar é tão importante quanto penoso, pois, não se trata apenas de corrigir possíveis erros ortográficos, mas também avaliar as entrelinhas do seu texto e se o mesmo está cumprindo seu papel de encantar o leitor.
          Então, é chegada a tão esperada hora de publicar a sua obra literária. E se você escritor assim como eu, achava que o desafio havia chegado ao fim, ledo engano. A jornada estava apenas começando. Na verdade, não demorou muito para eu perceber que o mercado de livros é para poucos, apesar da determinação de muitos. E não é para menos. Somos um país que não valoriza a educação e seus valores para a formação social do cidadão, por consequência, não damos importância para o desenvolvimento intelectual e cultural do indivíduo, função primordial do livro.
          Mas, como se diz por aí, “muita calma nesta hora”.

E os problemas não param por aí. O percentual de analfabetos em nosso país é vergonhoso, a quantidade de livrarias e bibliotecas é cada vez menor, dificultando o acesso ao livro e, como se não bastasse, estamos sempre vivendo uma crise econômica que não permite à grande maioria da sociedade a possibilidade de comprar um livro com regularidade necessária.
         
Divulgada em 2016, a 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística (Ibope), a pedido do Instituto Pró-Livro, registrou um aumento de 6 pontos percentuais no número de leitores, no país. O levantamento aponta que o Brasil tem cerca de 104,7 milhões de leitores.O perfil dos entrevistados consistia naqueles que liam, inteiro ou em partes, pelo menos um livro a cada três meses. Foram considerados todos os gêneros literários, com destaque para a Bíblia, líder na preferência do leitor no período da pesquisa.


          E o que isso quer dizer? Significa que, apesar de todos os entraves, podemos dizer com certeza que o mercado literário brasileiro ainda é muito relevante e promissor, principalmente se considerarmos que após a chegada da Internet as opções de publicação e leitura dos livros se expandiram enormemente.
          E, diante desta nova realidade, eu tenho o prazer de anunciar a chegada do Escreva-se, um site de notícias especializado no mercado literário e voltado para a divulgação dos novos autores anônimos e suas obras literárias. Acreditando na capacidade do escritor autônomo em escrever um livro de qualidade editorial relevante, o Escreva-se tem a missão de “tornar viável o sonho de publicar um livro para a maior quantidade possível de autores anônimos” através de soluções digitais de grande alcance.
          Os desafios são muitos, mas a vontade é enorme, pois o livro é inspiração para superar todas as dificuldades que virão pela frente. Portanto, venha com a gente e Escreva-se, todo mundo tem uma história para contar.


Vitor Ribeiro
Escritor nas horas vagas ou não.


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